Ana Cunha
A nossa geração anda maluca por
isso uma menina de 15 para mim ainda não é adulta. Pg21
Ao longo da vida os indivíduos
vau apreendendo a interiorizar os elementos socio-cultoras das suas sociedades,
sob forma de transmissão de conhecimento de uma geração para outra. Para que
este processo se realize com sucesso é necessário bem-estar
e qualidade de vida dos mesmos. Angola pagou pela colonização e pela guerra
civil um preço que extrapolou os interesses nacionais, a geração atual é
discriminada pelo fato de ser uma geração problemática, pela incapacidade ativa
dos jovens nos temas de desenvolvimento social, com realce para a promoção da
cidadania e dos valores cívicos, baseado no diálogo inter-regional, que possa contribui
na convivência e na paz esta paz que a maioria dos jovens consideram um fiasco
por não visa a unidade nem participação dos mesmo de forma massiva nos assuntos
políticos de maior relevância, por isso cada vez mais aumenta a discrepância
social em angola, e não é preciso ser um sociólogo ou fazedor de opinião publica para perceber que
as politicas de massificação do EM-PE-LA tem prejudicado a juventude e esta governação
finge não perceber que prejudicar a juventude é prejudicar a nação, e as pessoas mais atentas e
eloquente conseguem perceber que os problemas desta geração começam no piqueno
lar do cidadão a família porque esta geração não é maluca designa-la assim
seria um ato de preconceito que é uma forma de conceito pré-definido
antecipadamente e sem fundamentos razoáveis, ou seja, são opiniões formadas sem
nenhuma reflexão aplausível, sobre determinada pessoa, grupo de indivíduos ou povo.
O escopo desta abordagem é refletirmos a cerca da transmissão deturpada de conhecimento que foi
incumbida a nova geração angolana sob clima de guerra, pobreza estrema, e da
disparidade governamental uma das consequências do pois guerra. Mais não
devemos aceitar desigualmente a derrota por mais que sejam as dificuldades não
nos resta outra alternativa que não seja lutar, confiando na nossa imensa
capacidade moral e intelectual da nossa consciência, só com um gigantesco
esforço e com contributo moral e intelectual de todos os jovens podemos
enfrenta um futuro que objectivamente se visualiza desesperado e sombrio em
especial para os mais jovens. Africa quer jovens preparados espirituais e
intelectualmente para ajudar nossas comunidades no a combater os nossos problemas.
ARTIGO, CONDE PITA
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